sábado, 31 de março de 2012

Leve, sombra.

     Absorvida pela sua dor Ela pedia: leveza.
                               ...
                    ... o tempo: breve.
                    ... Ela : sem amor.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Nada que foi tudo...

Ela estava lá, sentindo tudo aquilo.
Sabia que nada, nem ninguém, apagaria esse sentimento.
Ela se preenche com algo que não a pertence, e se sente inteira, e se sente e paz.
Daqui para a frente ela andará com um sorriso que alguns não entenderão, que outros discordarão, mas será ele que manterá viva nela a chama de algo que nunca foi, e nunca será. Porém o nunca ter sido fora tão intenso, tão verdadeiro, tão puro nela que valerá por vários tudo. Um nada que valeu por tudo, e só ela sabe o quanto fora válido.
Andando e sentindo o tempo lhe atravessar, ela sempre olhará para o céu na esperança que venha uma chuva e reacenda o nada.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Ah... o amor!!

O amor é algo tão, tão pessoal.

O amor inventado e não correspondido: é nosso.

O amor que partiu para sempre: ainda é nosso.

O amor que virá e não saberemos como será: é nosso.

Não há no mundo quem possa arrancá-lo de nós.

Nem mesmo a morte,
nem mesmo a distância,
nem mesmo a vida.

"O amor constitui uma oportunidade sublime para o indivíduo amadurecer, tornar-se algo, tornar-se um mundo, tornar-se um mundo para si mesmo por causa de outra pessoa..." Rilke